Anestésicos Locais: o que você precisa saber

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Mecanismos de ação, variáveis físico-químicas, via de metabolismo dos anestésicos locais são algumas das questões deste artigo. Confira.

anestésicos locais

A estrutura química geral, mecanismos de ação, variáveis físico-químicas, via de metabolismo dos anestésicos locais são algumas das questões deste artigo que destaca as principais informações sobre o tema.

Neste post, você verá algumas das questões tratadas no artigo completo, que está disponível no Portal Medicina Atual. Para acessar todo o conteúdo, direcionado a médicos e estudantes de Medicina, você precisa fazer um cadastro no portal.

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Anestésicos locais

1. Qual é a estrutura química geral dos anestésicos locais?

Um anel aromático (confere lipossolubilidade), uma cadeia intermediária (um grupo amida/éster) e uma amina terciária (parte hidrófila).

A imagem a seguir ilustra as duas possibilidades estruturais dos anestésicos locais.

possibilidades estruturais dos anestésicos locais

2. Porque o grupo dos ésteres é mais alérgeno do que o das aminas?

Devido ao ácido para-aminobenzoico (PABA), um conhecido alérgeno.

3. Qual a complicação comum da prilocaína quando utilizada em doses próximas ao limiar tóxico? Como pode ser corrigida?

Meta-hemoglobinemia. Ela pode ser corrigida com o azul de metileno.

4. Qual o mecanismo de ação dos anestésicos locais?

Bloqueio reversível dos canais de Na+, que impede a condução do estímulo nervoso. A imagem a seguir explicita o bloqueio dos canais de Na+ com inibição do potencial de ação.

 Mecanismo de ação dos anestésicos locais

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